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Dia de bênção para a Diocese de Vila Real

O bispo da Diocese de Vila Real, D. António Augusto Azevedo, ordenou, este domingo, dia 3 de julho, três novos padres: Daniel Pinto Coelho, 27 anos, da paróquia de Póvoa de Agrações, Chaves, João Paulo Cunha Silvino, 27 anos, da paróquia de Boticas e Miguel Ângelo Águeda dos Santos, 26 anos, da paróquia de Alijó.

Os três jovens que neste dia disseram o seu sim diante do presbitério e da comunidade cristã fizeram o seu percurso no Seminário Menor em Vila Real e depois no Seminário Maior do Porto e na faculdade de Teologia da Universidade Católica, no Porto. O estágio pastoral decorreu nos últimos dois anos em paróquias da diocese de Vila Real.

Foram muitos os que marcaram presença no dia da ordenação, desde os padres da diocese e o Seminário Maior que assumiu o canto da celebração.

Também as famílias e as comunidades de onde são naturais e as comunidades por onde passaram em estágio marcaram presença e se alegraram neste dia com o dom especial de três novos padres para o serviço da Igreja diocesana de Vila Real.

Na homilia da celebração o senhor bispo manifestou o júbilo e a alegria de toda a comunidade diocesana pela ordenação de três novos sacerdotes em pleno ano jubilar do centenário da nossa diocese, e considerou este dia como “um grande dom de Deus, uma prenda especialmente valiosa.”

Aos novos sacerdotes apontou como caminho o estilo do “próprio Jesus de Nazaré que não tinha onde reclinar a cabeça.” N’Ele, continuou, “encontramos a referência para o estilo de vida sacerdotal no nosso tempo. Um estilo mais simples e sóbrio, um estilo mais próximo e acolhedor das pessoas, capaz de sair, de ir ao encontro de todos, sobretudo dos pobres e dos frágeis.”

Considerando que “cada sacerdote é acima de tudo um dom e um sinal de Deus, que foi chamado por Ele e é enviado a servir a sua Igreja,” exortou os novos padres a uma vida espiritual bem enraizada: “ Essa raiz do ministério recomenda que uma vida sacerdotal para ser fecunda, fiel e feliz precisa de estar ancorada numa profunda espiritualidade. Aquela espiritualidade própria do padre diocesano que se alimenta na oração e na liturgia quotidianas. Nela encontrará a fonte onde beber sobretudo nos períodos de maior secura, solidão ou provação.”

D. António concluiu com uma mensagem de alegria e esperança pois “a convicção de quem vai iniciar o caminho só pode ser a de que o Senhor fará grandes coisas em vós e através de vós”, lembrando o “ministério de tantos padres ao serviço desta diocese nestes cem anos, cujas vidas sacerdotais foram belas e felizes porque frutificaram com alegria”.

Ao Pe. Miguel, Pe. Daniel e Pe. João desejamos em fecundo e feliz ministério no serviço eclesial ao povo de Deus que concretize o lema do centenário da diocese: “crescer com raízes”.

P. João Curralejo