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Diocese de Vila Real apresentou programa do centenário

De 8 de dezembro de 2021 a 8 de dezembro de 2022 a diocese de Vila Real comemora o centenário da sua criação. A data de abertura e encerramento deste Ano Jubilar foi escolhida por ser o dia da sua padroeira, a Imaculada Conceição.

O programa das comemorações jubilares foi apresentado na passada quarta-feira, dia 24 de novembro, e será feito o anúncio nas paróquias no fim de semana de 27 e 28 de novembro.

O destaque mais importante é a celebração principal a 20 de abril de 2022, dia dos 100 anos da criação da diocese. Além da celebração litúrgica na Sé, haverá também um concerto e a abertura de uma exposição documental no Museu do Som e da Imagem.

A exposição terá itinerância pelas restantes cidades do distrito: Régua, Chaves e Valpaços. Haverá ainda outra exposição permanente no Seminário com peças de arte do Seminário e da Sé.

Merecem também destaque as peregrinações jubilares dos Arciprestados à Sé, tendo cada um deles o mês próprio.

O Pe. Manuel Queirós, coordenador da Comissão do Centenário, apresentou também outro tipo de realizações como o colóquio agendado para dia 23 de abril de 2022, as tertúlias mensais em vários pontos da diocese evocando figuras e obras que se destacaram ao longo destes 100 anos e os concertos mensais do órgão sinfónico da Sé e outros.

É “programa que tem na base muito diálogo, cumprindo já de certo modo o caminho sinodal, e também muito diálogo com a sociedade civil”, acrescentou.

D. António Augusto Azevedo, bispo de Vial Real, considera que os 100 anos de história da diocese são uma etapa marcante apesar de ser uma diocese “jovem”, até porque estes 100 anos “foram anos de profunda mudança na vida da Igreja, particularmente desde os anos 60”.

A toda a diocese quis deixar o convite a viver este ano jubilar em atitude de acção de graças mas também olhando para o futuro pois deseja que “seja um ano para potenciar o crescimento sem perder as raízes” edificando uma Igreja capaz de responder aos desafios do século XXI. Por isso apelou à participação de todos pois o centenário é “de todos e para todos”.

Referindo-se à apresentação feita, afirmou que é um “programa variado que contempla aspectos celebrativos mas também tem uma forte componente cultural”, do qual o elemento mais forte é a componente espiritual, mormente as peregrinações à catedral que ajudam a formar uma maior consciência de diocese.

Num clima ainda de pandemia, grande parte do programa prevê uma vertente presencial, mas também transmissão “on-line” para que todos possam participar e, nesse sentido, também vários momentos serão fora de Vila Real para se ter uma cobertura alargada de toda a diocese.

No fim da apresentação, D. António agradeceu o trabalho da comissão e aos parceiros que manifestaram apoio e colaboração para que todos os eventos possam acontecer.